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Colunistas
Piloto X - EXISTE FELICIDADE? PDF Imprimir E-mail
02 de julho de 2008
Piloto x

Existe felicidade incondicional, total e irrestrita? Aos 39 anos de vida muito bem vividos, repletos de altos e baixos, posso dizer com convicção que a felicidade absoluta não existe, pelo menos neste mundo. O que existe são momentos felizes, intermediados pelas dores do dia a dia.

 
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Ayrton Piquetoso - O ET DE VARGINHA PDF Imprimir E-mail
02 de julho de 2008

 

O caso ET de Varginha, ocorrido em 1996, deixou meio mundo em polvorosa, principalmente o Sul de Minas, onde o “bicho” teria aparecido.

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AYRTON PIQUETOSO - TIÃO ELEFANTE E OS TRÊS CHINESES PDF Imprimir E-mail
16 de maio de 2008
   Certa vez fui a São Paulo com um velho amigo, o Tião Elefante, tentar vender um jipe caindo aos pedaços. Seus filhos tinham se mudado para a capital paulista havia pouco tempo e resolvemos nos hospedar na república dos garotos. Era fim de semana e a casa estava vazia.

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O PILOTO - HOMENAGEM ÀS MÃES DE PILOTO PDF Imprimir E-mail
07 de maio de 2008
Piloto X
 Mãe é um ser que sofre muito. Mãe de piloto sofre dobrado. Aquela que deu a vida se vê na situação de assistir seu filho correr risco de morte nas corridas.
    Aposto que o coração de Viviane Senna, por exemplo, é contra a carreira de piloto de seu filho Bruno.
E é para ela e para todas as mães desses sujeitos malucos que voam pelas pistas do mundo que dedico o texto abaixo, que escrevi para Maria, minha mãe, há alguns anos atrás:

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AYRTON PIQUETOSO - ZÉ SOPRO, O MECÂNICO PDF Imprimir E-mail
06 de maio de 2008
Ayrton Piquetoso
Zé Sopro era um sujeito que, além de mecânico, era juiz de futebol e tocava flauta numa banda em Belo Horizonte. Como ele mesmo dizia, não perdia uma oportunidade de ganhar uns trocados.
O engraçado, por mais incrível que pareça,  é que na verdade Zé Sopro não sabia tocar flauta. Ele apenas fingia, dublava.
Em meio aos sons dos vários instrumentos da banda, Zé Sopro não era notado. Ninguém percebia nada. Ele apenas colocava a flauta na boca e saía marchando com os outros músicos.
Já no futebol, apitava tanto que parecia querer tocar flauta no apito. Seria uma forma de compensar? Provavelmente.
Zé Sopro morreu em 1996. No caixão, foram juntos a flauta e o apito. Como mecânico e flautista, Zé foi sempre um ótimo soprador de apito. Não é à toa que tinha aquele apelido.

AUTO FRASE: “Nos momentos mais difíceis das corridas, você deve levantar a cabeça, estufar o peito e dizer de boca cheia: agora lascou mesmo!” (Ayrton Piquetoso).
 
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